quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

È...

Porque me lês?
Vens na ânsia de saber que é verdade,
quando sabes que o é com simplicidade?


Porque vens aqui?
Vens para saber que é único e doce, maravilhoso,
ou apenas para passear esse teu ar presunçoso?


O que procuras neste canto?
Vens ver se ainda existe fecidade, amor e sorrir,
que tentas desesperadamente ignorar e destruir?


Sim existe, sim é único e só nosso, sim é verdade.
È sentimento que multiplicado mudaria a humanidade.
Ante-ontem... Se aconteceu, se o mundo parou, se ouvi e senti?
Sim... E mais te digo disse-me coisas que dúvido tenha dito para ti.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Enquanto espero a tua voz

Quis um dia poder voar,
ser talvez um ser diferente,
ter asas de sentir e amar,
e desaparecer ao poente.


Quis um dia poder sonhar,
dormindo calmo e sossegado,
pintar escrevendo um amar,
e um viver doce encantado.


Quis para sempre ser teu e tu minha,
fazer de ti a minha terna eterna Rainha.
Sei que o és, que o sou e que é enorme,
e quem não o aceitar que se conforme.


Quis um dia poder ser noite de luar,
no escuro um guia para te iluminar,
se cor do teu afável olhar sorrindo,
protector do teu doce sonho dormindo.


Quis um dia que eu e tu fossemos um só,
consegui e sorrio porque fizémos este nó,
que jamais se desatará porque é verdade,
é eterno, único, Nosso em cumplicidade.


Um eterno amor assim nunca existiu,
Sentimento igual nunca ninguém viu,
Uma emoção que pára o mundo para nós,
que escrevo enquanto espero a tua voz.

Quatro estações

A espuma das ondas de Inverno,
que desfaz o gelo quase eterno,
emana perfume que cala o inferno,
de um qualquer pesadelo moderno.


Na cor das flores da Primavera,
afirma-se sonho de vida sincera,
sendo mais do que talvez quisera,
um beijo qual realizável quimera.


Assim se faz calor e sorriso de Verão,
que seca lágrimas e faz sorrir o coração,
entre abraços e momentos de emoção,
surge silenciosamente uma boa sensação.


Inventa um novo cair da folha no Outono,
dá-se como se pudesse ser seu e seu dono,
deixa-se embalar, embalando neste sono,
que é viver sorrindo, ser rainha sem trono.


Misturas e reinventas as quatro estações,
juntas pedaçõs partidos unindo corações,
meu e teu plenos de verdadeiras emoções,
eternamente sem mentiras ou imposições.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Doce verdadeira cumplicidade


Mais um dia duro entre as papeladas do costume,
arrasado pelo passado, reconstruído pelo presente,
decorado pela esperança do futuro e o seu perfume,
que me faz ter na alma este fogo tão doce e quente.
As horas passam deixando os minutos parados no ar,
presos a momentos ausentes tão presentes em nós,
em palavras que pintas tecnológicamente sinto amar,
mesmo sem te ver, sentir, sem sequer ouvir a tua voz.

E poderá até ser da força que me dás sem saberes,
ou da exigência do presente que me torna mais forte,
do amor que me fazes sentir por o tanto quereres,
afastas de mim aquele sabor a fim de mundo... a morte.

Só nós sabemos como se pára o mundo nos nossos momentos,
só nós podemos silenciar todo e qualquer ruído num abraço,
um beijo teu é por fim o princípio de todos os sentimentos,
que cala esta dor, mata esta saudade e acalma o meu cansaço.

És magia pura que talvez sem saber
me faz sentir uma imensa felicidade,
és calma nas feridas que fazem doer,
és uma doce verdadeira cumplicidade.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Doce saber a ti

Um sorriso... Sincero, doce e puro,
daqueles que só existem em criança.
Foi o que precisei para saltar o muro
e acalentar a minha frágil esperança.


Um sorriso, que sabes ser só teu,
que faz parar este temporal imenso,
em troca apenas de um sorriso meu,
que torna o amor um sentimento intenso.


É bom sonhar em cada palavra tua,
dita num vazio que mata a solidão.
A tua voz perdida na tua, minha rua,
que une, enfim, o teu e o meu coração.


E palavras não necessitas mais que uma,
tu sabes, num sonho, como parar o mundo,
usando apenas o teu olhar que perfuma
a minha alma em milésimos de segundo.


Eu sei, encontrei, por completo, um tesourinho.
E vou guardar-te no meu sonho eternamente.
Sonhando nunca mais me sentirei sozinho,
e tu tens a chave do quarto da paz finalmente.


É tudo um doce saber a ti, que me faz feliz.`
É só apenas um saber ser, estar e amar.
É tudo um doce saber a ti quando sorris.
És tu em verdade que me sabes fazer voar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Noite Vazia

Ao vaguear pela noite vazia,
encontras sinceros sorrisos ,
gente que tão bem te queria,
pessoas e verdadeiros amigos.


Mas ainda assim sentes frio,
muitas dúvidas que te resistem,
sentes-te no fundo de um rio,
em correntes que não existem.


E vais nadando contra a corrente,
vens à tona e tentas respirar,
vais de novo ao fundo demente,
onde dás o melhor de ti ao lutar.


E segues assim as tuas batalhas,
querendo muito o fim da guerra,
quanto mais lutas mais te baralhas,
e nunca mais sentes abrigo em terra.


Um dia, ao pôr-do-sol, irás calmamente sorrir,
deste o máximo de ti, ainda que pouco fosse,
e nessa noite doce que anseiaspoder dormir,
vais ver que o mundo se tornará muito mais doce.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Adormecer...

Adormeço em silêncio ao som da chuva,
a rua como os meus olhos está inundada.
É sempre neste canto que todas as noites,
que tento sentir e manter a alma ocupada.


É de todos o pior momento para mim,
aquele de onde queria partir sem voltar,
e grito em silêncio por um princípio de fim,
tento sentir-me sem sentidos no ar a pairar.


E penso, sinto em tudo, passado, presente e futuro,
sinto calor, frio, risos, lágrimas dores, doces sabores,
lembro momentos lindos e um passado árduo e duro,
sinto saudades, mágoas e doces colossais amores.


No fim a uma conclusão, mesmo antes de adormecer,
o amor, esse sentimento afinal tão doce, tem um irmão,
o ódio, execrável presença do inferno sempre a moer,
que tanta gente me dá como companhia da solidão.


Mas luto, todos os dias e todas as noites sem cessar,
por um amanhecer num fim do mundo à beira mar.
Contigo, em silêncio, onde tudo pára e é tão bom amar.
E vivo eternamente, na ilusão de uma vida a sonhar.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Objectos de amor

Tu que prendes e soltas as horas,
as deixas a pairar, voando no tempo,
salvas o sonho em todas as demoras,
fazes-me acreditar com o maior alento.


Tu que iluminas a solidão escura em mim,
numa luz esférica e desajeitadamente bela.
Me levas em transe onde nunca há fim,
e me fazes sonhar eternamente por ela.


Tu que ilustras este nosso sonho imenso,
pintas a preto e branco como para os ocultar,
a cor doce e meiga de sabor tão intenso
que têm os nossos olhares quando existe amar.


E todas vós por onde o tempo sempre parou,
onde a noite se torna dia e o amor é um momento,
onde eu e tu nos tornamos nós e o resto voou
para sempre sem deixar sequer um leve lamento.


E até mesmo vocês que trazem um sonho em tinta,
em papel terno como se a vida pudesse ser traduzida,
e onde as palavras e frases de tudo que o meu sonho sinta
mostram como amar-me é querer ser todos os dias vida.


Todos vós e outros tantos mais que me trazem a sorrir,
mostram como é enorme e único tudo o que queremos ter.
Mostram que te amo, que me amas e como é bom sentir
este amor que teremos para além da hora de morrer.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Once ina a lifetime...

Perdi-me no teu olhar uma noite,
contruí um sonho, meu, nesse sorriso.
Em uma só noite disse-te, sem te falar,
mas diria muito mais se fosse preciso.


Uma só noite, quase sem te falar,
e ficaste na minha cabeça marcada.
E sempre que trocavas comigo o olhar,
a minha alma ficava inerte e parada.


Tu dançavas e com o sorriso falámos tanto,
com o olhar dissemos o passado e presente,
cheguei a confundir a música com o teu canto
mas não tive coragem de te falar, timidamente.


Talvez não te volte a ver, a trocar o olhar contigo.
Talvez não mais os nossos sorrisos sejam cumplices.
Talvez não saibas quem sou, nem seja teu amigo,
Talvez nem sequer leias estas frases e tolices.


Mas fico com a tua imagem comigo,
um doce sorriso e um olhar brilhante.
Como queria ser pelo menos teu amigo,
como queria sentir esse teu ser fascinante.

Desejo...

Hoje quero escrever...
Quero pintar com as letras do destino, o texto que, por certo, não rimará.
Quero deixar os dedos livres, nesta folha de papel futurista.
Para que sejam as ferramentas de jardineiro que neste jardim podam
as palavras tornando-as flores e esta flor num lindo Jardim renascentista.


Hoje quero sonhar...
Quero sonhar, contigo, comigo, com tudo neste branco de fundo.
Quero sorrir sozinho, aqui no meu canto de silêncio, e deixar-me levar.
Ouvir o palpitar que trago no meu peito maior que o imenso mundo,
e sentir nos olhos as palavras que teimam não pairar no ar.


Hoje queria tão somente ter-te aqui...
Queria ter um abraço doce daqueles que fazem parar o universo.
Ver esse olhar tão profundo que que lhe chego, apenas com a alma.
Sentir o calor ao teu redór que crias com um sorriso em verso,
e dormir a teu lado confundindo a felicidade com a calma.


Hoje queria apenas... Ser feliz
Correr, voar, sorrir e sonhar com um dia de sol brilhante e quente.
Queria ser um, contigo, e planear o futuro com um sorriso nos lábios,
queria ser Rei, Imperador, Anjo... Eu sei lá... Queria ser feliz somente.
Mas guardo toda esta vontade, em desejo e saber como fazem os sábios.


Um dia... Vou pintar com letras.
Fazer o texto mais bonito que alguma vez foi escrito,
cantá-lo só para ti numa noite de luar perfumada.
Nesse dia o Universo tornar-se-á muito mais bonito,
e tu sentir-te-ás muito mais querida, desejada e amada.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um dia...

Um dia o Sol da primavera virá,
e com todo o explendor e calor,
aquecendo-te a alma te dará,
a força de viveres um amor.


Um dia irás acordar e olharás o céu,
ganharás a força que te falta na alma,
sairás da mentira que ocultas nesse véu,
e sentirás uma imensa e doce calma.


Um dia vais deixar de te mentir,
vais deixar de viver em divisão,
vais saber como é tão bom sorrir,
e sentir felicidade no teu coração.


Um dia, no meio de girassóis, sentirás a liberdade
que teremos quando, por entre eles, a correr,
vais sentir como é bom apenas ser verdade,
e isso será tão somente um outro renascer.


Como queria que esse dia fosse hoje, agora...
Como queria que da tua chamada se fizesse cor...
Como queria ouvir a felicidade que tanto demora...
Como queria finalmente viver todo este enorme amor...

domingo, 31 de janeiro de 2010

O céu é de certeza para cima


Talvez fosse do frio branco que cobria a terra acidentada,
ou do vento cortante que tornava tudo liso e tão belo,
de ter em vocês aquela companhia onde nunca falta nada,
ou até mesmodo brilho tão doce no entardecer do teu cabelo.


Talvez fosse só um sonho, que a loucura da saudade faz delirar,
ou a realidade de momentos felizes trazidos pela vontade de viver,
de querer viver, voltar a sorrir sem querer e sem sequer pensar,
ou até mesmo de tudo ser perfeito sem esperar e deixar acontecer.


Talvez fosses tu, ou vocês, ou quem sabe eu,
Talvez fosse o sorriso, ou apenas o momento,
Talvez tivesse sido uma visão do que é o céu,
Concerteza que tudo foi e será sempre sentimento.



Obrigado :) a vocês :)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Agonia

Vem... podes vir agora mesmo, eu prometo, posso ir,
seduz-me lentamente e envolve-me no teu manto.
Estou á espera de ser obra tua e enfim poder sorrir,
nesse teu mistério frio e sombrio, de eterno encanto.


Vem, porque demoras? Se não doer será só um segundo.
Anda que te quero e só tu sabes como esse mistério fascina,
despacha-te e devolve-me a esse sono escuro e tão profundo,
onde a calma é eterna e a saudade é uma cruel assassina.


Tens todo o tempo do mundo, desde que venhas hoje ainda.
Vou vestir, prometo, o meu melhor fato, só para te acompanhar.
Anda, vá depressa sabes bem que nunca foste tão bem vinda.
Vem dá-me toda a tua calma e um sono onde nunca falta o ar.


Vem...imploro.
Depressa... eu choro...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Chorar ao teu ouvido

Sem sentido num vazio escuro,
escorrendo dos olhos a saudade
que inunda a alma... è tão duro,
ser vida e alma de verdade.


Pode até ser a chuva que cai,
ou os ventos fortes do inverno,
esta tempestade que me sai,
afogando torna a alma em inferno.


Se não fosse este canto, solitário,
onde cumpro a minha pena injusta,
diria que é de noite ou dia imaginário,
mas é verdade esta mágoa que custa.


E se na solidão de um olhar na multidão,
vier um frio quente que invade a alma,
sentir o teu corpo inerte cair ao chão...
pode ser o fim, pode ser finalmente a calma.


E tu meu anjo, se ouves o meu silêncio desalmado,
dá só mais este pedido, a mim que estou perdido,
exausto, amargurado, magoado e tão cansado,
deixa-me chorar, para sempre, ao teu ouvido.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Último Desejo

Pois tudo o que tem um começo terá o seu fim, e não há muito mais a dizer.
Quero deixar apenas um agradecimento, de carinho, a quem me leu neste blog, pedir desculpas pelas lágrimas que choraram e deixar-vos um último desojo em palavras que não são minhas...

"Façam o favor de serem felizes!"






E assim termina uma Alma de Verdade...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fim da Linha

Agora é o fim da linha, sim é o que sinto,
mas tenho um comboio para apanhar.
E nesta vida magoada, sei que não minto,
sofri muito apenas e só por te amar.


Embora doa tudo não será mais que um momento,
um perpetuar do parar de mundo, que sabes eterno.
Só tu sabes, todas manhãs e tardes o meu tormento,
na voz que ouves que sente o verdadeiro inferno.


De ti e de quem me ama quero apenas o perdão,
por de mim não ter horizonte, notícias, por desistir.
Mas tudo na vida tem um principio e uma razão,
e passa a ter um fim quando já nada nos faz sorrir.


Vou agora, o comboio não irá esperar.
Embora doa... Já não há como parar.
Tu e quem me ama que sorria para o ar,
onde estiver, verei e para sempre Vos vou amar.

Queda de uma pena...

Perdi, do sorriso, o doce cheiro
num dia de inverno do olhar.
Deixei fugir o horizonte primeiro,
e sem alma o coração não sabe amar.

Não sei como, nem tão pouco porquê,
baralho o barulho enlouquecido da luz,
como quem baralha o sabor do que não vê,
e mistura o que gosta com o que o seduz.

E assim tento imaginar a longa e calma
queda de uma pena que vem do céu,
até ao chão onde fica jaz inquieta a alma
envolta no sorriso de paz que serve de véu.

E aqui fecho os olhos, pela última vez por certo,
queria sentir de ti qualquer coisa pela última vez,
queri nem que fosse sentir-te agora aqui por perto,
só para com o olhar te dizer aquilo que tu nunca vês.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Um beijo


Foi mais que breve talvez pela vontade,
foi mais que avassalador pela verdade,
foi no silêncio de uma enorme cumplicidade,
o beijo que me deste preso na eternidade.


O mundo parou naquele segundo imortal,
o negro clareou como se morresse o mal,
num segundo breve que tantos teve igual,
um só beijo que soube a tudo o que é habitual.


E depois, uma frase presa, do que és em mim,
um querer muito mais que o que tens enfim...
"Esforço-me por estar bem" disseste-o assim.
Quando deverias esforçar-te por ser feliz no fim.


No beijo de ontem, deste-me meio mundo,
guardaste o restante, só tu sabes porquê.
È bom de ver que vives num tormento profundo,
só não o sente, quem não te conhece e a ti não te lê.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

FAÇA A SUA VIDA VALER A PENA

Enviaram-me este vídeo por e-mail e achei por bem publicá-lo.
Não tive qualquer interveniência neste trabalho sensacional a não ser publicá-lo para Vos dar a conhecer. Espero que gostem.

E já agora...

Façam a Vossa Vida Valer a Pena


domingo, 11 de outubro de 2009

Seis anos...

Seis anos...

Pela memória parece que foi ontem

que te abracei pela última vez.

Pela Saudade... Dói demais a tua ausência.

A verdade... É que sinto tanta falta tua...

Hoje parece que nem as rimas se conjugam,

tal é a tristeza que sinto.

As lágrimas... essas escorrem pela minha cara,

enquanto te escrevo. São apenas a saudade...

Sabes, nada dói mais que a tua ausência.

Desde que partiste nessa viagem infinita,

a minha vida deu mil voltas.

Perdi e deitei fora tanto de mim...

Se cá estivesses talvez me soubesses,

como ninguém, mostrar-me o caminho...

Talvez tivesse, naquele abraço que sempre tive,

um conforto na falta que o horizonte nos faz.

Mas já cá não estás, e desde que foste...

O meu mundo desabou...

Sinto tanto a tua falta... Só tu sabes quem tem,

um menino lindo...

Deves saber quantas vezes já pedi que me levasses contigo...

Também saberás que eu não sou capaz de ir...

Eu sei que deves pensar que aqui estou melhor,

pelo facto de não me quereres aí contigo...

Mas sabes Avô... Eu quero estar contigo...

Aqui já não há muito mais... E quem resta...

Ficará feliz se me vir em paz...

Avô... AMO-TE e sinto muito a tua falta em tudo.



Desculpem... mas precisei de desabafar.